A Força Jovem do Vasco (FJV) divulgou nota oficial contestando a conduta do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ/GAEDEST) em procedimento relacionado aos acontecimentos de 3 de maio de 2026.
Prazo reduzido e descumprimento do TAC
Em 18 de maio de 2026, o MPRJ enviou ofício à FJV concedendo apenas cinco dias para apresentação de defesa. A torcida organizada destaca que o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), acordo homologado pela Justiça, estabelece prazo de 10 dias úteis para defesa.
A redução unilateral do prazo pela metade representa descumprimento do próprio acordo firmado pelo Ministério Público, segundo argumenta a organizada.
Punição aplicada antes do vencimento do prazo
A situação se agravou quando o MPRJ aplicou a suspensão de 10 jogos antes mesmo do vencimento do prazo que havia concedido. "A FJV foi punida sem ter tido qualquer oportunidade de apresentar sua defesa", destaca a nota oficial.
A torcida enfatiza que o prazo, já reduzido em relação ao previsto no TAC, foi ignorado pela própria instituição responsável por sua fixação.
Padrão de conduta questionado
A Força Jovem relata que esta não é uma situação isolada. Em abril de 2026, a organizada já havia enfrentado punição similar, sem respeito ao procedimento estabelecido no TAC.
Posicionamento da Força Jovem
A organizada nega participação institucional nos fatos investigados e reafirma o cumprimento integral de suas obrigações no TAC. Os principais pontos defendidos incluem:
- Punição coletiva de mais de 1.400 associados cadastrados sem provas
- Violação do direito de defesa antes da condenação
- Desrespeito aos princípios básicos do Estado de Direito
Compromisso com o diálogo institucional
A Força Jovem do Vasco reafirma seu compromisso com o TAC, a segurança dos torcedores e o diálogo institucional. A organizada exige que o Ministério Público respeite as regras do acordo que ele mesmo firmou.
Fonte: Instagram GCTO Força Jovem do Vasco