A hipocrisia no futebol brasileiro ganha novo capítulo. O Flamengo fechou acordo obscuro que rendeu mais de R$ 150 milhões em negociações recentes na Libra, logo após Luiz Eduardo Baptista, o Bap, questionar a possível venda da SAF do Vasco para Marcos Lamacchia, enteado da presidente Leila Pereira do Palmeiras.
Flamengo lucra R$ 37,5 milhões anuais com acordo obscuro
Segundo apuração da ESPN, o clube rubro-negro receberá cerca de R$ 37,5 milhões anuais extras até 2029. O montante astronômico sairá dos próprios parceiros do bloco comercial, custando R$ 5 milhões para cada equipe participante.
O Flamengo tentou incluir pagamentos ao Grêmio na divisão geral, mas a proposta sofreu forte rejeição dos demais integrantes. Para contornar a situação, a gestão rubro-negra fechou um acordo direto e repassará R$ 6 milhões anuais aos gaúchos de forma paralela.
Palmeiras critica negociações paralelas do rival
Uma fonte palmeirense chamou a atitude de promíscua e criticou a profunda desorganização comercial. O alviverde paulista emitiu nota oficial chamando o anúncio conjunto dos adversários de mentiroso e ressaltou que não participou de negociações ocultas.
Reação do Grêmio às críticas
O presidente gremista Odorico Roman tratou a resposta da oposição como "um mero exercício retórico" durante a semana. A situação reforça a hipocrisia das acusações recentes contra a reestruturação da SAF do Vasco.
NT Vascaínos revela novo beneficiado em acordo secreto
A página NT Vascaínos revelou informações sobre um time paulista que também deve receber gratificação. Os principais pontos levantados incluem:
Pagamento secreto como prêmio por apoiar o Flamengo
Apoio nas cotas de transmissão televisiva
Promessa de divulgar o nome da instituição em breve
Questionamento sobre postura da ANRESF
Cortina de fumaça exposta
As revelações esportivas escancaram que as críticas sobre a aguardada venda da SAF do Vasco não passavam de enorme cortina de fumaça na mídia tradicional. Enquanto a oposição aponta o dedo para o negócio envolvendo o enteado palmeirense, as movimentações financeiras mostram uma rede de favores que desmente completamente o falso moralismo pregado pelos adversários.
Toda essa confusão ocorre de forma totalmente obscura dentro da própria Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF), evidenciando as contradições do futebol brasileiro.
Fonte: Papo na Colina